La Bouche du Monde 13

Como escrever quadrinhos (Comment écrire une bande dessinée) (108 pages), par Gian Danton, c’est le nouveau livre de la Maison d’édition Marca de Fantasia. Lorsque l'auteur a commencé à écrire les scénarios de bande dessinée, il n'y avait aucune...

Auteur: Nouveau Livre de Gian Danton

Como escrever quadrinhos (Comment écrire une bande dessinée) (108 pages), par Gian Danton, c’est le nouveau livre de la Maison d’édition Marca de Fantasia. Lorsque l'auteur a commencé à écrire les scénarios de bande dessinée, il n'y avait aucune...

La Bouche du Monde 13

Como escrever quadrinhos (Comment écrire une bande dessinée) (108 pages), par Gian Danton, c’est le nouveau livre de la Maison d’édition Marca de Fantasia. Lorsque l'auteur a commencé à écrire les scénarios de bande dessinée, il n'y avait aucune...

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

Pará perde o jornalista Raimundo José Pinto


Da Redação
Agência Pará

O jornalista paraense Raimundo José de Faria Pinto, 56 anos, faleceu na noite desta quinta-feira (3), em um hospital de Belém, vítima de câncer. Nascido em Santarém, Raimundo Pinto foi um dos mais importantes jornalistas de sua geração. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Pará, eleito em 1992. Nos últimos anos, era editor do site Pará Negócios, voltado à cobertura de assuntos econômicos, sociais e políticos na Amazônia.

Ao reconhecer a importância e a seriedade do trabalho realizado pelo jornalista em 38 anos de plena atividade, o Governo do Pará manifesta seu profundo pesar à família, amigos e admiradores de Raimundo José.

A paixão pela reportagem, vivenciada em vários jornais do país, foi a grande motivação de uma carreira iniciada em 1971, no jornal "A Província do Pará", na época um dos mais importantes do Estado. De 1975 a 1993 foi correspondente em Belém dos jornais "O Estado de S. Paulo" e "Jornal da Tarde", e da revista "Visão" a partir de 1978.

Trabalhou como repórter do jornal "O Liberal" em 1976. Foi repórter e editor do jornal "O Estado do Pará", no período de 1977 a 1980, e editor do jornal alternativo "Bandeira 3". Trabalhou como repórter e editor da Sucursal do jornal "Gazeta Mercantil" em Belém, de 1996 a 2004. Como assessor de imprensa, atuou na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de 1981 a 1989, e na assessoria de comunicação do Governo do Pará em dois períodos - de 1995 a 1996 e de 2003 a 2004.

A larga experiência no mundo da reportagem Raimundo registrou no livro "Repórter", editado em 1995. Também foi co-autor dos livros "Panará - a volta dos índios gigantes", publicado em 1997 pelo Instituto Socioambiental, e "O Novo Brasil", editado em 2002 pela Editora Nobel.

O trabalho de Raimundo José Pinto alcançou reconhecimento nacional com o Prêmio Esso de Jornalismo, que ele ganhou em 1976 pelo jornal "O Estado de S. Paulo", e quando recebeu Menção Honrosa do Prêmio Esso em 1977 pela série de reportagens "Amazônia, a ocupação ilegal", também publicada no "Estadão". No Pará, Raimundo ganhou o Prêmio Aimex de Jornalismo em 2003, 2004 e 2005.

Raimundo Pinto era casado com a jornalista Sílvia Sales e tinha três filhos.

Secom

Foto: David Alves/Agência Pará